terça-feira, 21 de setembro de 2010

A partir de quando posso deixar meu filho em casa sozinho?


Tchau, filho, mamãe já volta!

Por Roberta Roque, filha de Jandira e José Roberto

“A partir de quando eu posso deixar meu filho sozinho em casa?”. Essa é uma questão delicada que muitos pais acabam enfrentando em algum momento. A outra pergunta é: “Em qual momento?”. Antes de mais nada, os pais devem estabelecer uma relação de confiança com os filhos.

Há pontos importantes que devem ser levados em consideração, vamos lá.

Riscos em casa
Para a pediatra Flávia Bravo, a criança não pode nunca ficar sozinha. “Existem crianças de 12 anos responsáveis, outras não”, essa decisão varia muito de família para família.

Dra. Flávia Bravo alerta que a maioria dos acidentes ocorre na cozinha, então é essencial que os pais tenham essa precaução. “Cozinha é um lugar que criança não entra nunca. As janelas devem ter telas e remédios devem ser inatingíveis”.

Todo o cuidado é pouco, pois não podemos esquecer que para as crianças as noções de risco e consequência ainda não estão maduras o suficiente.

Desenvolvimento emocional
“Cada família deve construir junto do filho esse momento de poder ficar sozinho em casa. Em relação à idade, tudo depende da personalidade da criança e dos pais”, explica a psicóloga Andreia Calçada.

Mas é claro que esse grande passo deve ser tomado após muita conversa orientações. “Crianças de 12 anos têm um pouco mais de discernimento e já têm o expediente de telefonar para alguém caso aconteça alguma emergência”.

Geralmente por volta dos 12 anos, a criança começa a dar sinais de que pode ficar sozinha. A dica que a psicóloga Andreia Calçada dá é observar a criança indo até a padaria sozinha, por exemplo, e ver como ela se sai.

Dra. Andreia Calçada explica que quando trabalhada corretamente, essa noção de independência melhora muito a autoestima da criança. Mas é claro que os pais precisam instruir bem os filhos, crianças muito agitadas e bagunceiras, por exemplos, são mais suscetíveis a “aprontar” quando se encontram como reis da casa.

Independência faz bem
As crianças precisam conquistar aos poucos certa independência, pois isso traz benefícios para seu desenvolvimento emocional. Um estudo americano realizado pela Sociedade de Pesquisa do Desenvolvimento da Criança, publicado no mês de julho, sugere que, diferente do que muita gente imagina, as crianças não sofrem quando as mães voltam a trabalhar.

Pesquisadores entrevistaram mais de mil crianças, com idade entre 0 e 7 anos, de diferentes nacionalidades, e, descobriram que não há nenhum efeito adverso no desenvolvimento infantil quando as mães voltam à rotina profissional.

A conclusão final é neutra, a acadêmica americana Jane Waldfogel, declarou ao jornal The Guardian que o teor dessa pesquisa é único, pois os pesquisadores consideraram o impacto total na relação familiar quando a mãe retorna ao trabalho. Incluindo aspectos como estabilidade financeira, bem-estar da família e desenvolvimento de qualidade da criança.

Esta é uma boa notícia para as mães que ficam preocupadas com o que sua ausência durante o trabalho pode causar aos pequenos.

Na lei
Segundo declaração do advogado Ricardo de Moraes Cabezón, presidente da Comissão de Direitos da Criança e do Adolescente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), não existe tempo específico que seja permitido que o filho fique sozinho. “Vale o bom senso e a análise de cada caso em sua particularidade. Ainda assim, no geral, quem está com a guarda da criança deve responder pelo que acontece com ela”.

O artigo 133 do Código Penal caracteriza como crime o Abandono de Incapaz. Segundo a lei, o crime consiste em “abandonar pessoa que está sob seu cuidado, guarda, vigilância ou autoridade, e, por qualquer motivo, incapaz de defender-se dos riscos resultantes do abandono”.

A advogada Alexandra Ullman esclarece a questão. “De acordo com a Lei Penal e com o Estatuto da Criança e do Adolescente, qualquer criança menor de 12 anos, que seja colocada em situação de risco, os responsáveis devem ser processados criminalmente”.

Dra. Alexandra Ullman explica que acima de 12 anos de idade, o indivíduo passa a ser considerado adolescente, dessa maneira, a definição de “incapaz” não se encaixa mais completamente no caso. Para a advogada, há outras maneiras de estimular a independência do menor, como, por exemplo, incentivando a criança a fazer suas próprias tarefas, como arrumar sua própria cama.

Enfim, tudo depende da relação entre pais e filhos. O ponto principal é conhecer a capacidade da criança se defender em situação de risco. Se não há completa confiança de uma das partes, para que arriscar, não é mesmo?


Postei esse texto pq é um assunto que tem haver com meu momento, ja que dentro de alguns dias, vou ficar sem empregada. To meio preocupada, em deixar os dois filhotes em casa pela manhã, mesmo confiando na Camila, sei que se algo acontecer não vou me perdoar...

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Marido de gravata e avental tbm!


Acordar bem cedo, preparar o café da manhã, fazer o lanche dos filhos, levá-los à escola, ir para o trabalho, almoçar, ou melhor, fazer almoço, voltar para o trabalho e ao chegar à noite em casa, ao invés de se jogar no sofá para assistir à novela, ainda é preciso verificar se as crianças fizeram o dever do colégio, arrumar o jantar e aí sim, o mais que merecido descanso...Ufa! Não é nada fácil ser uma mulher moderna hoje em dia. Isso por que aquela divisão de papéis na qual o marido saía para o trabalho enquanto a mulher ficava cuidando dos afazeres domésticos e dos filhos está bem ultrapassada: Hoje as mulheres representam 40% do mercado de trabalho.

Ou seja, assim como os homens, elas também ajudam no sustento da família e não deixaram de ser responsáveis pelos serviços referentes ao lar. Acúmulo de tarefas, não é mesmo? Dessa forma, nada mais que justo(e necessário) é o auxílio do marido em casa, mesmo por que empregadas domésticas são um luxo que a grande maioria das famílias não tem como bancar.


Rainha-do-lar” X “Rei-do-lar


A criação acaba sendo uma das grandes responsáveis pela sobrecarga de tarefas em cima da ala feminina. Isso mesmo! Ou você já esqueceu que nós mulheres fomos educadas desde crianças para sermos mães exemplares? A brincadeira das meninas ainda é ser mamãe de suas bonecas, é motivo para a família entrar em pânico, sob a dúvida de o garoto estar apresentando sinais de homossexualidade.

Com essa realidade, muitas mulheres se vêem na obrigação de dar conta do recado: elas cozinham, lavam,passam, educam os filhos e acreditam que isso não é nada mais que a obrigação . “A mulher se tornou polivalente. Ela consegue separar as atividades que desenvolve e exercer várias tarefas”, afirma Mariusa Fontoura, do conselho dos Direitos da Mulher em Mato Grosso. E completa: “Hoje nós já estamos morrendo do coração, coisa que era raro acontecer. E o stress também tem tomado conta de nossas vidas, pois não existe meio termo para nós mulheres: tudo o que fazemos, procuramos fazer até o final e de forma perfeita”.

Sendo assim, aprender a delegar algumas responsabilidades é fundamental para garantir um dia a dia mais saudável e menos tumultuado. Não pense que você é a única que deve se preocupar com a sua casa, com a criação dos filhos, etc... Isso está mais do que antiquado!

Até a década de 50, vá lá... AS mulheres realmente eram educadas para serem esposas ideais e só podiam se casar se soubessem cozinhar, lavar, passar... Mas isso não faz mais nenhum sentido. Em pleno século XXI a vida das mulheres mudou completamente. O mais legal é acompanhar estas mudanças sem aquele pensamento machista, tanto por parte das mulheres quanto dos homens.


Favor X Obrigação


Essa é a grande questão quando o homem auxilia a sua esposa em algum trabalho doméstico. A resposta é fácil: trata-se da divisão de tarefas, portanto os dois são responsáveis, ou seja, a obrigação é mútua. “Em alguns casos, ainda falta a compreensão dos homens, pois acreditam que é dever das mulheres cuidar da casa, fazer a comida e lavar a roupa; a mulher ainda precisa estar cheirosa e disposta para dar carinho”, explica Mariusa Fontoura.

Mas esta situação tem mudado bastante: atualmente já são mais de 50% dos homens, segundo dados do IBGE, que, além de trabalharem fora, também se dedicam a pilotar o fogão, o tanque ou qualquer outra atividade relacionada ao lar. É uma grande mudança, não é mesmo?

Homens que já moraram sozinhos antes do casamento costumam dividir as tarefas sem maiores problemas e não vêem isso como uma atitude que atinge a masculinidade. “Enquanto fazia a faculdade em outra cidade, era eu mesmo quem cuidava do meu apartamento. Depois de casado, não vejo problema algum em cooperar em casa, mesmo porque temos 3 filhos e não é nada justo cair tudo em cima da minha esposa”, afirma Pedro Carvalho, engenheiro, sem medo de vestir o avental.


Igualdade prá já!


Para conquistar essa tão desejada igualdade em casa, conversar e propor uma divisão das atividades de acordo com a carga de trabalho é o ideal. Por exemplo, se você trabalha mais de manhã do que ele, deixe o almoço por conta do seu marido. É simples, basta dialogar e explicar o quão turbulenta se tornou a sua rotina. Mas só isso não é o suficiente, “ter a paciência de esperar que o marido aprenda a executar determinadas tarefas é um grande passo”, explica a psicóloga Olga Inês Tessari. “Muitas vezes, ela mesma não tem a paciência de esperar que outras pessoas realizem determinadas tarefas, seja porque são mais lentas na execução ou mesmo porque elas não a realizam da mesma maneira que ela, que já tem muita prática”, completa Olga Inês. Então, ao invés de criticar o seu marido quando ele fizer algo que não lhe agrade muito, explique para ele com todo o jeitinho, senão você poderá desmotivá-lo e, ai sim, terá que dar conta de tudo sozinha. E não é o que você quer, não é verdade? Então, muita calma, diálogo e compreensão nesses momentos, caso você queira encontrá-lo todo carinhoso preparando o jantar após o trabalho e não jogado no sofá, ok?


Invertendo os papéis


Seu marido olha feio toda vez que você menciona a idéia de dividir as tarefas e, por mais que você explique que está cansada, ele não se comove? Então, a solução para esses casos é propor a troca de função por uma semana. Que tal? Não é necessário vocês trocarem de emprego, mas ele terá que desempenhar seu papel sempre que estiver em casa, por exemplo: toda vez que um dos filhos disser: “Mãe, estou com fome!”, é seu marido quem deve dar o jantar na situação. Ao chegar do trabalho, você não se preocupará com o jantar, já que ele é quem vai estar tomando conta disso... Nem é necessário uma semana inteira, em menos tempo, seu marido já vai cansar e aceitará dividir as atividades.



E aí meninas estão satisifeitas nesse quesito com o maridão? Eu ainda não estou 100%, mas ele ja melhorou mto e ja até se arrisca preparar uma comidinha pra gente de vez em quando!

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Mensagem pra encerrar a semana!


Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.

De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.

Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"

Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouvi-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.

Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.

Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.

No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.

Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.

Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus examos no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.

Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.

Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio" ,disse Jane em tom de gozação.

Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.

No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.

No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.

No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.

Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.

A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.

Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.

Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".

Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar".

Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.

A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouvi-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.

Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".

Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.

Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Pra descontrair... momento piadinha!!!


O Padre

E O

Secador de Cabelo

Uma Senhora muito distinta estava em um avião vindo da Suíça. Vendo que estava sentada ao lado de um padre simpático, perguntou:

  • Desculpe-me, padre, posso lhe pedir um favor?
  • Claro, minha filha, o que posso fazer por você?


É que eu comprei um novo secador de cabelo sofisticado, muito caro. Eu realmente ultrapassei os limites da declaração e estou preocupada com a Alfândega. Será que o Senhor poderia levá-lo debaixo de sua batina?

  • Claro que posso, minha filha, mas você deve saber que eu não posso mentir!

- O Senhor tem um rosto tão honesto, Padre, que estou certa que eles não lhe farão nenhuma pergunta. E lhe deu o secador.

O avião chegou a seu destino.
Quando o padre se apresentou à Alfândega, lhe perguntaram:
-Padre, o senhor tem algo a declarar?

O padre prontamente respondeu:

  • Do alto da minha cabeça até a faixa na minha cintura, não tenho nada a declarar, meu filho.


Achando a resposta estranha, o fiscal da Alfândega perguntou:

  • E da cintura para baixo, o que o Senhor tem?
  • Eu tenho um equipamento maravilhoso, destinado ao uso doméstico, em especial para as mulheres, mas que nunca foi usado.


Caindo na risada, o fiscal exclamou:
- Pode passar, Padre! O próximo...


A inteligência faz a diferença.

Não é necessário mentir,basta escolher as palavras certas.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

...encerrando o assunto... DiEtA!!!


TRANSFORME DESEJOS EM METAS

Viver só no desejo de derreter as gordurinhas não resolve. Você precisa dar passos concretos em direção ao que quer. A pesquisas mostram que a característica que diferencia as garotas de sucesso é o estabelecimento de metas claras e específicas. Portanto, ao adotar seu programa de perda de peso, trace objetivos viáveis. E, conforme progredir, adicione ou modifique as metas de maneira que elas continuem sendo inspiradoras em vez de opressoras. Veja o que fazer.

- Visualize, fale e escreva. Imagine-se magra dentro do biquíni ou sorrindo ao subir na balança. Depois, registre essas cenas num diário. Pronto! O desejo foi transformado em compromisso. À medida que você for progredindo, revise, melhore e amplie suas metas.

- Vá devagar para ir longe. Mesmo se quiser perder 10 ou mais quilos, almeje reduzir um pouco por vez. E antecipe a sensação prazerosa de atingir sua meta a cada quilo perdido. Cada pequena vitória garante uma explosão de motivação e incrementa a autoconfiança.

- Amplie suas estratégias. Pensar dia e noite em emagrecer pode ser limitante e frustrante. Estabeleça objetivos com foco na mudança de comportamento e torne-os o mais específicos possível, por exemplo:


Meta diária: vou caminhar 15 minutos no horário do almoço e tomar leite desnatado em vez de chocolate gelado com chantilly.


Meta semanal: ao menos três noites na semana, vou comer frutas no lugar da sobremesa ou dispensá-la.


Meta mensal: vou descer do elevador num andar inferior e subir de escadas até meu apartamento. Ao final do mês, estarei subindo ou descendo dois ou três lances antes de entrar no elevador.



CONTROLE A GULA

Comer é necessário, mas você pode escolher bem cada bocado. A mesma regra vale para a gula - ela parece incontrolável, mas não passa de uma decisão interna que pode ser modificada. Como? Prepare planos para enganá-la.

- Beba água aos goles. Muita gente confunde sede com gula. Então, da próxima vez que você sentir fome fora de hora, beba um copo de água em pequenos goles. Se for sede, a vontade de comer vai passar rapidinho.

- Conte até dez. Em vez de se entregar à gula logo de cara, resista a ela por dez minutos. Esconda as guloseimas e saia para andar ou ocupe as mãos com um trabalho manual.

- Resista à junk food. Se você come fast-food de segunda a sexta, comece a fazer isso dia sim outro não, depois a cada três dias e, finalmente, uma vez por semana.



AME SEU CORPO

Quando olham no espelho, as garotas geralmente não gostam do que vêem. Mesmo aquelas que estão com o corpo legal tendem a achar que precisam perder uma gordurinha aqui outra ali. Mas não espere secar os excessos para cuidar da auto-estima. Comece valorizando as partes do seu corpo que você gosta. Tenha orgulho do seus olhos brilhantes, do colo bem desenhado, dos dedos longos. Outra maneira de se sentir feliz é cuidar de si mesma com o carinho que costuma tratar suas amigas. Não se subestime nem faça piadas sobre as benditas dobrinhas que insistem em saltar da blusa. Além disso, cultive o bom humor, adote atitudes saudáveis e trace perspectivas positivas. Quanto mais você fizer isso, mais sua mente vai trabalhar a seu favor. Não esqueça!


Agora não tem como sua dieta não funcionar... nós vamos experimentar e vocês????